Conselho Municipal de Saúde aprova investimentos para fortalecimento em vigilância em saúde e cobra se a resoluções a serem resolvidas no ministério público .

Nesta segunda-feira 24 de setembro de 2018, o conselho Municipal de Saúde aprovou em reunião um plano de ação que prevê investimentos de R$ 236,9 mil, para aquisição de equipamentos e Veículos para promoção da Saúde no Município de Itabira.

Esse incentivo financeiro tem como objetivo ajudar na estruturação na Superintendência de saúde, para levar a população melhor atendimento e promoção da saúde, com intuito de melhora nos serviços prestados aos usuários.

De início a votação gerou discussões e foi aprovada com nove votos a favor, sendo quatro contra e uma abstenção.
Para formalizar com as diretrizes do Sistema Único de Saúde a secretaria de saúde visa melhorar suas atividades e abranger toda a população do município.
Com esta verba serão adquiridos vários materiais para que possa facilitar o atendimento ao público, além de trazer conforto aos usuários e servidores, assim trazendo pra população melhor qualidade de vida e também agilidade no processo de atendimento com a modernização.

Com este investimento os planos de ações em vigilância de saúde poderá alcançar maior número da população, assim trazendo benefícios para o município através da prevenção.
Caso o valor final destas melhorias ultrapasse a verba recebida a diferença deverá ser custeada pelo município que tem um prazo de 24 meses a partir da data de recebimento do recurso.

Nesta mesma reunião o presidente do conselho Municipal de Saúde Paulo Henrique Rodrigues Silva, entrou em atrito contra os outros conselheiros e membros da secretaria municipal de Saúde em defesa da população, de recorrer ao Ministério Público para saber sobre os recebimentos de recursos do Estado e união, o intuito é saber se há resoluções pendentes sobre recursos .

Para que não haja problemas posteriores para o conselho o presidente Paulo Henrique Rodrigues da Silva manteve o pulso firme, em relatar que entrará sim nesta questão para que a cidade não perca recursos e que o prazo não seja ultrapassado, e o conselho seja responsabilizado caso o município perca o dinheiro, então para respaldo o presidente resolveu colocar em pauta em cima da hora para que a população não seja lesionada.

Foi questionado por alguns conselheiros que não ouvi tempo para quê analisassem totalmente o documento, mas segundo informações do presidente o documento foi enviado com 15 dias de antecedência para que os conselheiros pudessem analisar e ter total segurança no dia da votação.

Um dos pontos de tensão da reunião foi a desobediência e falta de respeito com os conselheiros e não foi a primeira vez segundo informações em 2018, os conselheiros já passaram por isso pela terceira vez, pois querem que aprove a liberação de recursos em cima da hora sem ter tempo de se quer analisar documentos ou até mesmo fazer os devidos questionamentos sobre a necessidade e se encontra dentro do orçamento para a saúde.

Secretária Municipal de Saúde Rosana Linhares

O conselho frisa que não quer liberar recursos sem ter realmente ciência do que está deliberando e só podem fazer isso após sanar todas as dúvidas.
Novamente o presidente do conselho de saúde Paulo Henrique Rodrigues da Silva, teve sua legitimidade questionada pela secretaria Municipal de Saúde, regida por Rosana Linhares de Assis Figueiredo e também pelo superintendente de planejamento em saúde Gerson Rodrigo dos Santos especulando que o presidente não representa o coletivo.

Rosana Linhares questionou a necessidade de intervenção do Ministério Público e acha que este assunto pode ser tratado internamente, mas em resposta Paulo Henrique alegou que segundo regimento interno da secretaria Municipal de Saúde, “na pessoa do seu presidente” representa o colegiado. A queixa da secretaria municipal não há fundamento pois o conselho, afirma que não se trata de um ato e sim de um consenso entre todos conselheiros.

A gestão se sente incomodada com conselho de levar para frente os ofícios ao Ministério Público e isto não se trata de uma ameaça e sim de uma informação do quê será feito pelo Conselho Municipal de Saúde.
RKIO/ AMANDA CAMILA/FOTOS ARQUIVO

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