Câmara de Itabira aprova Moção de Aplausos para profissionais da saúde e coveiros

Na reunião ordinária desta semana, os vereadores de Itabira prestaram homenagens aos profissionais da saúde e coveiros que se esforçam no enfrentamento da Covid-19. A rotina, que nunca foi fácil, se tornou ainda mais exaustiva durante a pandemia. Os requerimentos que propuseram as Moções de Aplausos são de autoria do vereador Reinaldo Lacerda de Soares (PHS) e foram aprovados por unanimidade.

“Se faz necessário o reconhecimento de todos os trabalhadores da saúde: médicos, biomédicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, fisioterapeutas, assistentes sociais, auxiliares administrativos, serviços gerais, maqueiros, socorristas, motoristas e psicólogos do Hospital Nossa Senhora das Dores (HNSD), Hospital Municipal Carlos Chagas e Pronto Socorro Municipal”, diz as homenagens.

Sobre os coveiros, Reinaldo Lacerda lembra que estes prestam um “trabalho indispensável”. “São responsáveis pela preparação das covas e dos túmulos, realizar exumações de cadáveres, zelar pela limpeza e preservação de jazidas e covas. Sem dúvida são profissionais que trabalham arduamente no cumprimento dos seus deveres, exercendo função tão essencial neste momento em que vivemos”, diz trecho da justificativa da Moção de Aplausos para os coveiros.

Abono salarial

Reinaldo Lacerda também é autor do anteprojeto de lei que sugere abono salarial aos servidores públicos da Secretaria Municipal de Saúde que trabalham no combate à pandemia. A matéria foi lida na reunião ordinária desta semana e encaminhada ao prefeito.

Entretanto, existe a proibição de reajustes e progressão funcional até 31 de dezembro de 2021 para categorias de servidores públicos que atuam na linha de frente no combate ao coronavírus, como os das áreas de saúde, segurança pública, limpeza urbana e serviços funerários.

O congelamento dos salários até dezembro de 2021 foi exigida pelo Governo Federal em troca do socorro financeiro de R$ 125 bilhões aos estados e aos municípios em razão da pandemia de Covid-19. Desse total, R$ 60 bilhões são em dinheiro novo e o restante na forma de adiamento de dívidas com a União. O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) julgou constitucional a legislação.

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