Ataques pessoais não ajudam na defesa”, afirma Rodrigo Diguere sobre postura de Luiz Carlos de Ipoema
Após ser alvo de críticas e ataques durante discussão envolvendo a comissão processante na Câmara Municipal, o vereador Rodrigo Diguere afirmou que conduzirá os trabalhos “com legalidade, respeito e imparcialidade”, apesar das acusações relacionadas a processos judiciais de mandatos anteriores.
Em entrevista, Rodrigo comentou o desconforto em ter sido sorteado para integrar a comissão responsável pelo caso envolvendo o vereador Luiz Carlos de Ipoema.
“Se a gente pudesse escolher estar no sorteio, escolheria não estar. É uma situação desconfortável. Mas, tendo sido sorteado publicamente, precisamos cumprir o ofício que nos foi dado”, afirmou.
O parlamentar destacou que não possui interesse pessoal no resultado do processo e reforçou que sua atuação será baseada na legalidade.
“Não tenho nada contra nem a favor da cassação ou da absolvição dele. Meu compromisso é fazer um trabalho dentro da legalidade”, disse.
Ao responder sobre os ataques recebidos, Rodrigo admitiu que enfrenta processos relacionados a episódios de mandatos anteriores, mas afirmou que responde à Justiça “de cabeça erguida”.
“Fatos ocorridos comigo em mandatos anteriores aconteceram de fato e eu respondo por isso na Justiça. Ninguém erra por querer, principalmente em um acidente de trânsito”, declarou.
Apesar das críticas, o vereador afirmou reconhecer o trabalho fiscalizador de Luiz Carlos de Ipoema, mas avaliou que o colega estaria exagerando nos ataques pessoais.
“Ele precisa se atentar a fazer a defesa em relação aos fatos e não apontar o dedo para os demais colegas envolvidos no processo”, pontuou.
Rodrigo também afirmou que o parlamentar utilizou a tribuna para atacar vereadores, mas sem focar na própria defesa.
“Ele não falou sobre a própria defesa, sobre estar com a consciência tranquila ou colaborar com o processo. Preferiu apontar erros individuais meus e de outros colegas”, comentou.
O vereador ainda relembrou que está no quarto mandato e que foi reconduzido pela população mesmo após os episódios citados pelo colega parlamentar.
“Me aponte alguma falha do meu mandato atual, desde a diplomação até hoje. Não existe”, afirmou.
Ao final da entrevista, Rodrigo voltou a reforçar que a condução da comissão será séria e respeitosa.
“Não é uma situação confortável. Fomos surpreendidos negativamente pelo sorteio, mas, tendo sido escolhidos dentro de um processo com lisura, precisamos assumir essa função e conduzir tudo com o respeito que ele merece”, concluiu.
RKIÔ NOTÍCIAS





