Brasil perde para a Noruega, cai nas oitavas e adia mais uma vez o sonho do hexa
O sonho do hexa acabou mais cedo para a Seleção Brasileira. Neste domingo (5), o Brasil foi derrotado pela Noruega por 2 a 1, pelas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026, e deu adeus ao torneio de forma amarga.
Em um jogo tenso, equilibrado e de muita pressão, o time comandado por Carlo Ancelotti viu a classificação escapar no fim. O nome da partida foi Erling Haaland, que marcou os dois gols da Noruega e foi decisivo na eliminação brasileira. Neymar ainda descontou nos acréscimos, em cobrança de pênalti, mas já era tarde para qualquer reação.
Brasil teve chances, mas pagou caro pelos erros
A Seleção até teve momentos de controle e criou oportunidades para sair na frente, mas voltou a mostrar dificuldade na hora de decidir. O Brasil desperdiçou chances importantes ao longo da partida e viu a Noruega crescer justamente no momento mais decisivo do confronto.
Haaland apareceu quando o jogo mais pedia um protagonista. O atacante norueguês balançou a rede duas vezes e castigou a defesa brasileira, que não conseguiu neutralizar a principal arma do adversário. Do outro lado, Neymar marcou no fim, diminuindo o placar, mas o gol serviu apenas para tornar menos duro o resultado no apagar das luzes.
Fim de campanha e frustração brasileira
A eliminação nas oitavas representa mais uma Copa frustrante para o Brasil, que chega novamente longe do título e vê o jejum mundial seguir. Depois de mais uma queda em mata-mata, a seleção encerra sua participação cercada por críticas, principalmente pela falta de força ofensiva nos momentos decisivos e pela incapacidade de transformar posse e volume em resultado.
Para a Noruega, a vitória entra para a história. A equipe europeia avança às quartas de final embalada por uma atuação segura e por mais uma exibição de peso de Haaland, que chamou a responsabilidade e decidiu diante de uma das seleções mais tradicionais do futebol mundial.
O Brasil, por sua vez, deixa os Estados Unidos com mais uma frustração no currículo e com a dura sensação de que o hexa, mais uma vez, precisará esperar.



