Caso Keivinho: Arma do crime é apreendida e autor identificado pela Polícia Civil.

O jovem E.D.S. de 28 anos, prestou depoimento na Polícia Civil de Itabira e segundo informações, teria confessado ter matado Keiverson Enrike dos Anjos “Keivinho”, 28 anos, no dia 2 de maio de 2018.

O crime – Keivinho foi morto quando seguia para sua casa, na rua São Domingos do Prata, no bairro Praia. O crime ocorreu por volta das 12h10, de quarta-feira dia 2 de maio de 2018.

Segundo informações, Keivinho estava conversando com amigos na praça que fica na rua João Camilo de Oliveira Torres e quando seguia para casa pela rua Piracicaba, foi abordado por um homem em um carro, que atirou várias vezes contra Keivinho, depois fugiu tomando rumo ignorado.

Investigações – Ainda no local do homicídio, uma equipe da Polícia Civil começou as investigações, e apuraram que o motivo seria um desentendimento entre Keivinho e E.D.S. .

Na manhã desta sexta-feira dia 11 de maio de 2018, policiais civis foram até o local onde E.D.S. trabalha e convidaram ele a ir até a delegacia para prestar esclarecimentos sobre o caso.

E.D.S. teria confessado o crime aos policiais civis e entregou a arma usada no crime, um revólver calibre .38 municiado. A arma foi apreendida e anexada ao processo.

Versão do suspeito – E.D.S. teria contado aos policiais civis que no domingo anterior ao crime, estava fazendo uso de bebidas alcoólicas com Keivinho e dois conhecidos e em determinado momento todos saíram no carro de E.D.S., mas tiveram um desentendimento dentro do carro e E.D.S. teria sido lesionado na cabeça por Keivinho.

E.D.S. teria contado ainda aos policiais que teriam tomado o aparelho celular dele e ainda amassado a porta de seu carro.

No dia do crime, E.D.S. teria se armado e ido atrás de Keivinho na intenção de recuperar o aparelho celular, mas segundo ele, teria sido ameaçado de morte por Keivinho, então atirou e acabou matando Keivinho.

Fugiu do flagrante – E.D.S. teria contado aos policiais que após o crime, voltou para casa, almoçou e retornou ao serviço, continuando sua rotina até ser descoberto pelos policiais civis.

Como saiu do flagrante, E.D.S. foi ouvido e depois liberado para responder o processo em liberdade.

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Rogério Kiô

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